A Pequena Sala

 

A Pequena Sala de Ideias é produtora de artista. Esquema devagar se vai ao longe. Ou: só coloque o livro do coração onde a mão possa alcançar. A menos que você use um banquinho.

A Pequena Sala abriu muitas portas, dirão. Ora, o grande desafio de Alice não foi acertar a porta correta entre muitas outras, mas acertar o tamanho adequado, entre alguns, para se fazer caber em uma delas. E todas as portas, dirão, levariam ao mesmo lugar. Que é sempre muitos outros.

Gente é lindo e humor salva. Assim é melhor caminhar-correr. Construir rede, construir ponte. Para isso, a pequena sala está aberta a projetos de outros artistas também. Aqui tem café e escuta. Alguma estufa também. E chão para convivência criativa de diversas ordens. Uma zona franca de colaboração, dirão.

Aprendendo o cultivo do faça você mesmo, a sala, como Alice, também varia de tamanho a depender de como se alimente. Da última dose sossegada de Cointreau, surgiu um braço literário com seta flamejante. Editora independente sem linha editorial antes do desejo. Esquema continue a nadar. Escrever, nossa cachaça.

Aqui se faz massa para sonho. Mais cultura do que arte. Mais trabalho do que projeção. Uma balança doida. Em teatro, dança, literatura e cinema. Atuando conforme a pista. E o baile.

Obras/Projetos

Inspiratório – Espaço Colaborativo

logo-inspiratorio-FINALO Inspiratório – espaço colaborativo, nascido em 2015, a partir da parceria entre Fabiana Pimentel e Paula Lice, pretende ser casa aberta às conexões e afetividades de trabalho, sediando produtoras e organizações independentes, como a Pitéu cozinhafetiva e a Benditas Produções Culturais. A Pequena Sala ganha espaço físico e multiplica possibilidades criativas.

A Gilafa (livro infanto-juvenil)

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Ilustração: Vânia Medeiros

“A Gilafa” é o primeiro livro escrito por Paula Lice. É para crianças e foi feito em parceria com a autora/ilustradora Vânia Medeiros.

O livro é um desdobramento da peça “Para o menino-bolha”, de Paula Lice. Na peça, Maria da Graça, personagem central da trama, recebe das tias um livro que nos conta sobre uma menina que tem uma girafa tatuada no coração; e precisa aprender a viver de outra maneira. Pedro, a outra ponta da história, também conhece esse livro. E é através de uma girafa que as duas crianças vão se conhecer, no espetáculo. O nome do livro é “A Gilafa” e essa publicação materializa o presente-desejo dos personagens centrais da peça.

No livro, vemos como essa menina encontrou a girafa que muitos anos depois ainda estaria tatuada em seu coração.

“A Gilafa” é a primeira publicação do braço editorial da Pequena Sala de Ideias.

Para o menino-bolha (teatro para crianças)

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Foto: Mayra Lins

A HISTÓRIA DA BOLHA

 

Para o menino-bolha nos apresenta Maria da Graça e Pedro, duas crianças que não sabem muito como fazer amigos e que um dia se encontram através de uma história. Maria vive com a mãe, Alice, e junto com o tio, Ulisses, está tentando convencer as animadas tias Odisséia e Ilíada, que decidiram ir morar em um asilo que vive em festa, a voltarem para casa. Pedro também mora com sua mãe, Neusa. Não toma sol, não sabe andar de bicicleta e tem medo de sair de casa. Ele adora sonhos e tem uma vizinha, Dona Quel, que fala grave e cuida dele quando sua mãe demora de chegar em casa. Maria da Graça tem uma Girafa, com quem ela conversa e brinca. E é ela que sabe quem é, afinal, o menino-bolha.

A BOLHA DA HISTÓRIA

É a segunda vez que arrisco rabiscar uma peça para crianças. Eu gosto de criar para crianças porque elas provocam, inspiram e surpreendem. E também porque, a meu ver, elas experimentam melhor a curiosidade e a abertura, sem cansaço, ao que há por conhecer. Chego aqui com todas as histórias que li, ouvi, vi e vivi. Mas, principalmente, com uma: a crônica “Para Maria da Graça”, de Paulo Mendes Campos. Nela, o narrador apresenta o livro “Alice no país nas maravilhas” a sua afilhada, por ocasião de seu aniversário de quinze anos. É dele uma grande dica de cabeceira: “Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti”. Que todos possamos inventar variados espelhos! Agradeço a todos que vieram comigo em mais uma viagem. Dedico esse espetáculo a minha mãe, minha tia Neusa e minha criança-avó. E também a Pedrinho e Alice, meus sobrinhos-netos, que são um presente muito bonito.

A peça participou da 10ª edição da Mostra Sesc de Artes – Aldeia Pelourinho, em caráter de pré-estreia. Estreou através do Festival Xistinho – ano III, no Espaço Xisto Bahia, sendo apresentada para escolas e cumprindo temporada em novembro de 2014, com recursos do Edital Setorial de Teatro – 2013, da FUNCEB.

FICHA TÉCNICA

Texto/Direção: Paula Lice

Projeto/Direção de Produção: Paula Lice

Colaboração Dramatúrgica: Saulo Moreira, Daniel Calibam, Felipe Benevides, Igor Epifânio, Lia Lordelo e Yoshi Aguiar

Produção Executiva: Fernanda Beltrão

Assistência de Direção/Preparação Corporal: Saulo Moreira

Direção Musical/Trilha Sonora: Ronei Jorge e João Meirelles/ Tropical Selvagem

Direção de Arte: Mayra Lins

Cenotécnia: Yoshi Aguiar

Iluminação: Márcio Nonato

Figurino/Maquiagem: Rino Carvalho

Operação de som: Leonardo Paulino

Operação de Luz: Davi Maia

Assessoria de Imprensa: Joceval Santana

Fotos de Divulgação: Mayra Lins

Ilustrações: Vânia Medeiros

Programação Visual: Alessandro Prates

Webdesigner/Site: Daniel Cambuí/ Lamparina Web

Registro audiovisual: Olho de Vidro

Elenco:

Daniel Calibam (Ulisses/ Tia Odisséia)

Felipe Benevides (Pedro)

Igor Epifânio (Girafa/ Tia Ilíada)

Lia Lordelo (Alice/ Neusa)

Saulo Moreira (Dona Quel)

Yoshi Aguiar (Maria da Graça)

Atores Stand by: Paula Lice/ Márcio Nonato/ Fernanda Beltrão

Masturbatório (dança)

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Foto: Mayra Lins

MASTURBATÓRIO materializa um desejo possível, de/por si e em direção ao outro. Explora as descontinuidades do prazer, propondo uma dramaturgia anti-clímax, mais interessada na busca e na iminência, que na conclusão e no ápice. William Gomes investiga o corpo, pensando masturbação como ideia e mote de movimentação. O corpo desliza, escorre e se debate, ressignificando os prazeres, o gozo, as pequenas mortes. Uma pulsão que dança para algo que se move e se comove. MASTURBATÓRIO também se coloca como um laboratório sexual para auto-estímulos: um observatório; um lugar de voyeurismo, que funde experimentador e experimento.

O solo MASTURBATÓRIO de William Gomes é uma das resultantes do projeto Proliferações, contemplado com o edital Setorial de Dança 2013 da Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia. O trabalho foi pensado a partir da investigação das ideias de solidão, confinamento e autossubsistência, proliferando ações, estados e estímulos a partir do corpo em contato com objetos, superfícies, texturas e do encontro com o outro, em duas residências artísticas conduzidas pelos colaboradores Isaura Tupiniquim e Márcio Nonato. A direção e dramaturgia ficou a cargo de Paula Lice e a direção de arte é assinada por Mayra Lins.

FICHA TÉCNICA

Criação e Performance: William Gomes

Colaboração artística: Isaura Tupiniquim e Márcio Nonato

Direção e Dramaturgia: Paula Lice

Direção de Arte: Mayra Lins

Direção Musical: João Milet Meirelles

Desenho de Luz: Ferna Almeida

Coordenação de Produção: Lucas Valentim

Fotos de divulgação: Mayra Lins

Classificação: 16 anos

Duração: @ 50 min.

Pogobol (dança/performance)

Fotos: Tiago Lima

Fotos: Tiago Lima

Pogobol é um trabalho-solo performativo, criado de forma colaborativa por Paula Lice, Gustavo Bitencourt e Saulo Moreira. Investiga diferentes maneiras de olhar para a memória, procurando nesse largo tema, possibilidades metodológicas para a criação artística. A partir de pequenos exercícios pré-estabelecidos, a criação foi se desenhando como uma tradução corpovocal de imagens aventadas a partir do repertório pessoal da intérprete. A dramaturgia da cena elege algumas regras-norte e constrói a cada apresentação um espetáculo que sempre se desfaz e se refaz de maneira diferente. Pogobol evoca uma memória perdida e recuperada de outra maneira. Informa sobre saltos físicos e temporais. E, como a memória, torna uma ausência presente.

A performance foi concebida com recursos da Petrobrás, através do projeto Manutenção Dimenti. Após a primeira mostra de processo no Plano Piloto, uma das etapas da manutenção de dois anos do grupo, no Teatro do ICBA, o trabalho se apresentou na Virada Multicultural de Recife, no Teatro Apolo, em outubro de 2011. Através do projeto CADA, que reuniu criações coreográficas produzidas pelos integrantes do grupo Dimenti, contemplado pelo Edital Yanka Rudzka da FUNCEB, Pogobol cumpriu uma curta temporada na Aliança Francesa, em abril de 2012.

FICHA TÉCNICA

Atuação/Criação/Produção – Paula Lice

Colaboração/Direção – Gustavo Bitencourt

Prepação corporal e Assistência de Direção – Saulo Moreira

Iluminação – Márcio Nonato

Videomaker – Rodrigo Luna

Música/Vídeo – Ronei Jorge

Miúda e o guarda- chuva (longa-metragem de animação)

Longa-metragem de animação para crianças, um dos desdobramentos do projeto Miúda e o guarda-chuva. Estreia prevista para 2015.

Trailler:

Jéssica Cristopherry (documentário em média-metragem)

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Foto: Agnes Cajaiba

Jéssica Cristopherry! Assim se chamavam todas as personagens da infância de Paula Lice. Atriz, dramaturga e mulher, Paula conta com o apoio das madrinhas Carolina Vargas, Gina d’Mascar, Mitta Lux, Rainha Loulou e Valérie O’hara, para resgatar Jéssica e realizar o desejo de ser transformista. O filme de estreia da Buh!fu Filmes, parceria entre os artistas Rodrigo Luna, Ronei Jorge e Paula Lice, documenta a construção de Jéssica e homenageia carinhosamente a cena transformista soteropolitana. O documentário, produzido em parceria com a Movioca, conta com recursos da Demanda Espontânea da Secult/BA e tem sua estreia prevista para 2013.

Créditos Resumidos:

Elenco – Paula Lice, Aldo Zeck, Bruno Santiago, Jean Carlos Macêdo, Luiz Santana, Valécio Santos e Rodrigo Dourado

Roteiro e Direção – Paula Lice, Ronei Jorge e Rodrigo Luna

Produção Executiva – Amadeu Albán, Paula Lice, Ronei Jorges e Rodrigo Luna

Direção de Produção/Assistência de Direção – Roberta Martins

Direção de Fotografia – Jeronimo Soffer

Parece Bolero (teatro)

Foto: Márcio Lima

PARECE BOLERO é um estudo do bolero como música, como dança e como drama. Maria da Graça surge crônica do coração com os pés sujos de breu. Quase fina, quase talentosa, quase orgânica e quase feliz. Gracinha quer ser cantora, dançarina, artista de televisão. Para enxergar Gracinha é preciso colorir os pontos das muitas histórias que ela deixa em aberto. Um retrato da década de 1950 revelado ontem. Gracinha é Mulher. Puro drama e melodrama. Aprendeu com as novelas. Uma declaração rasgada de amor para Gilberto, dançando com Iara, Betty e Malu.

O solo integra o projeto Um piano, o bolero e a galinha, contemplado com o Prêmio Funarte Myriam Muniz 2012, no qual se apresenta junto com mais dois solos que envolvem cena e comida: A arte de matar galinhas, de Igor Epifânio e L. recebe, de Jacyan Castilho.

FICHA TÉCNICA

Direção: René Guerra

Dramaturgia: Paula Lice, René Guerra e Camilo Fróes

Ator convidado: Fábio Ferreira

Figurino: Flora Rebollo

Costureira: Benê (Usina de Figurino)

Iluminação: Márcio Nonato

Músico: Camilo Fróes

Preparação Vocal: Manuela Rodrigues

Fotos: Matheus Rocha

Agradecimentos

Pedro Magalhães, Mariana David, Rodrigo Dourado, Saulo Moreira, Preta Portê Filmes, Clube Piratininga.

Quarto Azul (dança para crianças)

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Foto: Matheus Rocha

O que você pensa quando está andando nas nuvens? Você sente algodão nos pés? Você sente leveza? É medo o que você sente? Motivados pela ideia-sensação de andar nas nuvens, os dançarinos criadores, junto à equipe de criação do espetáculo, tiveram como foco de sua investigação corporal, o movimento aéreo. Quarto Azul é um espetáculo de Dança feito para crianças, que cumpriu sua primeira temporada no Parque Solar Boa Vista de Brotas, em outubro de 2013, com recursos do Prêmio Funarte Petrobrás de Dança Klauss Viana.

FICHA TÉCNICA:

CONCEPÇÃO E DIREÇÃO:

Márcio Nonato

DRAMATURGIA:

Paula Lice

PRODUÇÃO:

Paula Lice e Ricardo Fagundes

INTÉPRETES-CRIADORES:

Adelena Rios, Jorge Oliveira, Lucas Valentim e Olga Lamas

AMBIÊNCIA SONORA E DE VÍDEO:

MIKU (Adelena Rios e DJ Dexter)

FIGURINOS:

Rino Carvalho

REALIZAÇÃO:

Núcleo VAGAPARA

Pequena Sala de Ideias

Triunfo Produções

Brechó de Videoblog (oficina)

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Foto: Paula Lice

O projeto “Brechó de Videoblog” criou um video-blog para compartilhar criações artísticas em crônica e poesia, nos formatos texto e video, e seus possíveis desdobramentos, a partir da construção de uma rede de convivência artística, em três diferentes cidades. Para tal, três residências artísticas foram realizadas nas cidades de Paulo Afonso, Xique-Xique e Rio de Contas. Cada residência englobou um período de oito horas de atividades relacionadas às áreas de Literatura, Teatro e Audiovisual.

O formato básico de criação nessas residências engloga texto e vídeo. Dentro de cada uma dessas gavetas, o foco principal é investigar possibilidades imagético-textuais variadas, entre textos literários autorais, cenas gravadas, videopoesias, etc, através das quais se possa exercitar o fazer da crônica e da poesia.

O projeto pretende também mobilizou o uso do videoblog para além dos limites da execução do projeto, alimentando a ideia de continuidade e manutenção do mesmo ao longo da vida, gerando discussão e intercâmbio entre as três cidades e para além dos limites territoriais demarcados pelo projeto, explorando a memória como uma espécie de brechó, acervo que se recria no instante mesmo do uso, da troca, do escambo.

Este projeto foi contemplado pelo Programa de Cultura Banco do Nordeste/ BNDS – Edição de 2012, com execução prevista para 2013. É assinado em conjunto por Paula Lice e Saulo Moreira, através da “Pequena Sala de Ideias”; e conta com a colaboração do videoartista Rodrigo Luna.

Link para o Blog do Brechó:

http://brechodevideoblog.com/

Página do Brechó no face:

https://www.facebook.com/pages/Brech%C3%B3-de-Videoblog/642647395754174?fref=ts

Jessy (documentário em curta-metragem)

Foto: Rodrigo Luna

Documentário de estreia da Buh!Fu Filmes, parceria entre os artistas Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge. Com produção da Movioca, assinada por Amadeu Albán.

Prêmios:

  • 6o. Festival de Cinema de Triunfo  – Premio ABD-APECI de Melhor Curta Nacional “por sua abordagem original e arrebatadora sobre a questão de gênero” e Prêmio do Juri Oficial de Melhor Atriz para Paula Lice (pelo filme Jessy);
  • IV Cachoeira Doc – Melhor curta pelo juri jovem;
  • 23 Cine Ceará – Troféu Mucuripe de Melhor Curta na Mostra Competitiva Brasileira de Curta-Metragem; ;
  • Festival do Rio 2013- Prêmio do Público de Melhor Curta-metragem;
  • IX Panorama Internacional Coise de Cinema (Salvador, Bahia) – Melhor Curta Nacional
  • Amazonas Film Festival (Manaus, AM) – Melhor Roteiro;
  • Curta Vale 2013 – Melhor curta documentário da mostra bahiana
  • Recifest – Premio ABD-APECI de Melhor Curta;
  • 6 Curta Taquary (Tarary, PE) – Melhor Roteiro
  • 10ª Cine MUBE Vitrine Independente – Menção especial “pelo generoso, divertido e explosivo olhar para as questões de gênero”.
  • XII Araribóia Cine Prêmio de Melhor Filme pelo júri Imagens em Diálogo e pelo júri Amigos na Cultura e Menção Honrosa do Júri Oficial.

As Borboletas (dança)

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Foto: Tiago Lima

“As Borboletas” é um espetáculo de Dança, estreado em abril de 2011, inspirado no conto “Uma história de borboletas” de Caio Fernando Abreu que contou com recursos do Estado da Bahia através do edital Yanka Rudzka de apoio à montagem de espetáculos de Dança.  Trata-se de mais uma realização do Núcleo VAGAPARA, com direção de Paula Lice e atuação dos dançarinos Lucas Valentim e Thulio Guzman.  De forma colaborativa, o espetáculo foi construído a partir da contribuição de usuários do CAPS de Pojuca. O dramaturgo Fábio Costa e a psicóloga Liliane Sales completam a equipe de criação da montagem.

O espetáculo cumpriu temporada no Centro de Cultura e Entretenimento de Pojuca e no CAPS Garcia em Salvador, tendo se apresentado também nos teatros Gamboa Nova e XVIII. Em novembro de 2011, participou do II Encontro O que é isso? de Dança, ciclo de debates, oficinas e espetáculos que discutiram dança inclusiva e, em 2012, integrou a programação do projeto VAGAPARAÇÕES – Autonomia e Colaboração, manutenção do Núcleo VAGAPARA, realizada com subsídios do Governo da Bahia, através do Edital de Manutenção de Grupos. Também em 2012, cumpriu sua primeira circulação, pelos CAPS de Salvador e Região Metropolitana, através do Edital de Demanda Espontânea da SECULT e em 2013 cumpriu nova circulação pelos CAPS através do Programa de Cultura Banco do Nordeste/ BNDS – Edição 2012.

FICHA TÉCNICA

Direção: Paula Lice

Dançarinos: Lucas Valentim e Thulio Guzman

Produção: Paula Lice, Lucas Valentim e Thulio Guzman

Dramaturgia: Fábio Costa

Direção Musical e Trilha Sonora: Ronei Jorge e Luciano Simas

Iluminação-Cenário: Márcio Nonato

Figurino: Soddi

Colaboradores da Criação:

Liliane Sales (Psicóloga do Caps/Pojuca)

Gricéria Góes (Guigui)

Uilma Nascimento

Mirian de Sena

João Trindade (Joquinha)

Maria das Graças (Gal)

Ana Cristina

Adailton Santana

Cleidson Nascimento

Jailton Jorge

Ednaldo Andrade

João Júlio

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João de Jesus

José Gilton

Joselan Cardeal

Crispiniano Ibrahim

Nilton Santos

Maria Aparecida

Adalto Santos

Isto não é uma mala (teatro)

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Foto: Tiago Lima

O solo “Isto não é uma mala”, de Paula Lice, estreou em 2010, como parte do espetáculo “Fragmentos de um só” do Núcleo VAGAPARA. A dramaturgia e direção do trabalho foram concebidas em parceria com Marcelo Sousa Brito e contaram com a colaboração do artista Saulo Moreira. O trabalho foi apresentado no FIAC – BA, em 2010, integrando as apresentações de “Fragmentos de um só”, no foyer do Teatro XVIII, e, de forma independente, no FILTE – BA, em 2011, através do Conexões Vidal, projeto do ator Fábio Vidal, no camarim do Teatro Gamboa Nova.

O trabalho parte da investigação de uma personagem em um espaço-casa e das múltiplas reverberações desse encontro. Pelo caminho da experimentação, do laboratório, do improviso e da repetição, um fragmento dessa mulher se esboça a cada dia de uma forma diferente. O interesse central da proposta é investigar maneiras diferentes de se relacionar com a espetacularidade, com a improvisação e com o público. Com poesia, esquizofrenia e boas doses de café com conhaque.

ISTO NÃO É UMA MALA: VERSÃO-JANTAR

Essa experimentação integrou o VAGAPARAÇÕES – Autonomia e Colaboração, projeto de manutenção do Núcleo VAGAPARA, subsidiado pelo Edital de Manutenção de Grupos da FUNCEB. Nessa ação performativa, a personagem se instala no ambiente criado para o solo e instaura uma atmosfera de intimidade com um pequeno público de cinco pessoas. Ao longo da experiência cênica, serve um jantar preparado por um artista convidado, que pode ou não estar presente durante o evento, e compartilha suas experiências, estimulando sua pequena audiência a conversar. A versão-jantar de “Isto não é uma mala” aconteceu em maio e junho de 2012, na Baluar7e – Casa de Arte e contou com a participação dos artistas-cozinheiros Alan Gonçalves, Lia Lordelo, Igor Epifânio e Kátia Najara. Juntos, celebramos o encontro com a plateia, experimentando outras formas de conexão através da comida e da cena-conversa.

ISTO NÃO É UMA MALA: VERSÃO- VISITA

Nessa versão-visita, o universo poético particular, sustentado pela personagem, interage com outra dimensão cênica estabelecida pela personagem Alice, de Rodolfo Lima, em seu solo “Requiém para um rapaz triste”. A estreia dessa versão aconteceu em junho de 2012, no Cine Teatro Solar da Boa Vista, através do projeto Literatura em Cena – Conexão SP/BA, do artista Rodolfo Lima.  A experiência continua sendo íntima, afetiva e à procura de estabelecer diferentes dinâmicas de conexão entre criação artística, improvisação e plateia.

ISTO NÃO É UMA MALA: VERSÃO-LIVRO

A versão-livro de “Isto não é uma mala” destaca textos escritos desde o processo criativo inicial, em 2010, por Paula Lice, Saulo Moreira e Marcelo Sousa Brito. As fotos de Nilson Rocha, produzidas durante a primeira temporada da versão-jantar, em 2012, e a Arte Gráfica de Vania Madeiros, alinhavam esta produção, que condensa outra maneira de pensar o encadeamento criativo processual do projeto. A literatura, referência sempre presente na criação do solo, costura agora, outro modo de existência do trabalho que, assim como a versão cênica, não dá conta dos esforços de pesquisa que há dois anos garante vida e caráter de processo a “Isto não é uma mala”, antes disso, recorta textualmente e fotografa, de maneira performativa, mais uma etapa criativa do mesmo.

E-book disponível em:

http://issuu.com/pequenasaladeideias

FICHA TÉCNICA DO SOLO

Atuação, Criação e Produção: Paula Lice

Dramaturgia e Direção: Marcelo Sousa Brito e Paula Lice

Colaboração Artística: Saulo Moreira

Figurino: Rino Carvalho e Paula Lice (Versão-jantar e Versão-visita)

Direção Musical: Jarbas Bittencourt

Trilha Sonora: Marcelo Sousa Brito e Paula Lice

Isto não é uma mala: versão-livro (e-book)

 Capa do e-book

Capa do e-book

A versão-livro de Isto não é uma mala reúne textos e fotos de processo. Fragmentos que ficcionalizam e parcializam uma experiência intensa. Os textos são de Paula Lice, Saulo Moreira e Marcelo Sousa Brito. As fotografias são de Tiago Lima, João Meirelles e Nilson Rocha. O desennho gráfico é de Vânia Medeiros. 

Link para o livro:

Miúda e o guarda-chuva (curta-metragem de animação)

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Filme de animação, 11′, contemplado pelo ANIMATV (2010), inspirado no conto homônimo de Paula Lice.

Miúda e o guarda-chuva (teatro para crianças)

Foto: João Meirelles

O espetáculo infanto-juvenil “Miúda e o guarda-chuva” estreou em 2009, com subsídios do Edital Manoel Lopes Pontes e do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. Inspirado no conto homônimo de Paula Lice, o espetáculo teve direção e dramaturgia assinadas em parceria por Paula Lice e Victor Cayres. Depois da estréia nos palcos, “Miúda e o guarda-chuva” ganhou versão para TV, produzida pela Santo Forte, com desenhos de Igor Souza e direção de Amadeu Alban e Jorge Alencar. O episódio-piloto de série de animação foi contemplado pelo ANIMATV e estreou na TV Cultura e na TV Brasil em janeiro de 2010. A animação foi selecionada para a mostra oficial do Festival Internacional du Film D’Animation de Annecy, o Animamundi (RJ, SP), o Animaí (BA), o Festival Internacional de Cinema Infantil (RJ) e o Animagem (PE), entre outros, e recebeu uma menção honrosa no Expotoons, Argentina. No segundo semestre de 2010, o espetáculo Miúda e o guarda-chuva foi o único infantil selecionado para participar do FIAC – Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia. Atualmente, Amadeu Albán, Igor Souza, Paula Lice e Victor Cayres se dedicam à produção do filme longa-metragem de animação “Miúda e o guarda-chuva”, através da Movioca e da Santo Forte, com recursos da Demanda Espontânea Secult/BA e estreia prevista para 2015.

Miúda alimenta diariamente sua planta carnívora com formigas. Estas, cansadas de serem comidas, arquitetam planos extraordinários para evitarem seu triste fim e tentam de diversas maneiras se comunicar com Miúda através de mensagens enigmáticas. É na tensão entre estes personagens que Miúda e o guarda-chuva sustenta a sua dramaticidade e se apropria de forma leve de temas como o amor, a solidão e as transformações humanas.

SOBRE A PEÇA

“A peça é louca, mas a peça é infantil, sim. Não só elas, mas quase todas as crianças ficaram e sorriram. Meu preconceitos adultos não podiam me deixar perceber o que naquela peça podia chamar a atenção das crianças. Mas a diversão pode ser introspectiva, porque não? Nos acostumamos a achar que alegria só pode ser a do carnaval, a das cores vibrantes, a da música alta, a do ritmo frenético, a das luzes fortes. Elas gostaram da peça. Elas perceberam a beleza da melancolia, a doçura da dor, a sutileza do texto, a discrição das sombras, o cuidados dos figurinos e a graça de Miúda, que olha para o chão, que não consegue ver, que mantém lembranças, que é melhor não ter.”

Mariana Machado de Sá

(Comentário escrito espontaneamente e pescado no blog “Vou e volto voando”)

FICHA TÉCNICA DA PEÇA

Texto e Direção – Paula Lice e Victor Cayres

Produção – Paula Lice e Victor Cayres

Trilha sonora e Direção Musical – Luciano Simas e Ronei Jorge

Elenco – Daniel Calibam, Laura Franco e Yoshi Aguiar

Cenografia – Yoshi Aguiar

Figurino – Miniusina de Criação

Iluminação e Maquiagem – Márcio Nonato

Leitura é Cultura (oficina)

Arquivo Pessoal

O projeto “Leitura é Cultura” foi realizado em 2009 buscando contribuir para o processo de formação do aluno leitor, já iniciado ao longo de seu percurso histórico-cultural, utilizando-se de elementos da prática de contação de histórias e de elementos teatrais, como forma de promover o interesse pela leitura, através de um encontro lúdico com o universo das histórias.

O projeto se desenvolveu em duas frentes, a de capacitação de professores e a de implementação de práticas de incentivo à leitura com crianças de 1ª a 4ª séries das salas dos professores contemplados. Nas capacitações, os professores foram expostos a discussões e técnicas de trabalho com literatura com vistas à revisão de seus métodos de trabalho e à construção de outras maneiras de abordagem da literatura. Já os alunos, participaram de aulas  preparadas por contadores de história, o que também auxiliou os professores a repensar seu comportamento em sala de aula. Dinâmicas de improvisação teatral foram fundamentais na execução dessa proposta, por proporcionar outro tipo de implicação e engajamento do corpo dos professores e dos alunos nas atividades, alargando as possibilidades de sensibilização mútuas.

O projeto atingiu aproximadamente 500 alunos e 20 professores de 04 escolas municipais do distrito de Santo Amaro, Oliveira dos Campinhos, e contou com o trabalho dos contadores de história Ana Paula Carneiro, Fábio Ferreira, Lisa Vietra, Luciana Rocha, Saulo Moreira e Victor Cayres. O projeto foi elaborado e coordenado por Gal Cavalcante e Paula Lice e contou com verba do Fundo de Cultura/BA, através do edital da Demanda Espontânea de 2007.

Colaboradores

Márcio Nonato

Márcio Nonato

Márcio Nonato

Márcio Nonato  é performer, diretor e iluminador. Cursou interpretação teatral pela Universidade Federal da Bahia e foi aluno da Escola de Dança da Fundação Cultural da Bahia. Fez parte do Dimenti, durante os catorze anos de sua existência como grupo. Integra atualmente o Núcleo VAGAPARA e assina o desenho de luz de quase todos os espetáculos da Pequena Sala de Ideias, a exemplo de “Isto não é uma mala”, “Pogobol”, “Parece Bolero”, “Miúda e o guarda-chuva” e “Para o menino-bolha”.

Saulo Moreira

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Saulo Moreira é ator, poeta e performer. Formado em Letras pela UFBA, trabalha como preparador de elenco e é colaborador da Pequena Sala em diversos trabalhos, como “Isto não é uma mala”, “Pogobol” e “`Para o menino-bolha”. Na casa também criou e coordenou o “Brechó de Videoblog”. Estuda e alia mímica corporal dramática, poesia e escafrandrismo,

Ronei Jorge

269863_443558219015194_1871116152_nRonei Jorge é cantor, compositor e diretor musical. Foi integrante e co-fundador de bandas como a Saci Tric e Ronei Jorge e os ladrões de bicicleta. É parte atualmente da plataforma Tropical Selvagem. É formado em cinema pela FTC e assina roteiro e direção, junto à BuhFu! Filmes, do curta Jessy. Com a Pequena Sala, além do curta, compôs a trilhas dos espetáculos “Miúda e o guarda-chuva”, “As Borboletas” e “Para o menino-bolha”.

Rodrigo Luna

409235_332253296808236_1887836746_nRodrigo Luna é diretor e editor de cinema. Assina os curtas “Arremate” e “Menino da Gamboa”, em parceria com Pedro Perazo. Junto à Pequena Sala em encontro com a BuhFu! Filmes, assina roteiro e direção de “Jessy”, além do videoregistro de várias obras, em especial do “Brechó de Videoblog”.

Alê Prates

529706_477565745626035_821179583_nAlê Prates é pós-Graduado em Marketing e Publicidade Digital e designer Gráfico formado pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é diretor de criação da Café com Leite Comunicação Integarda. Com a Pequena Sala, atuou como designer gráfico dos espetáculos “Quarto Azul” e “Para o menino-bolha”, além do curta “Jessy”. São dele também as logomarcas da Pequena Sala e da BuhFu! Filmes.

Lucas Valentim

1377259_682337385111154_1327308124_nLucas Valentim é dançarino e performer. Formado pela Escola de Dança da UFBA, foi membro co-fundador do Núcleo VAGAPARA e coordena o projeto “De solos e coletivos”. Com a Pequena Sala, concebeu o projeto “As Borboletas”, em todas as suas versões e o solo de William Gomes, “Masturbatório”.

Daniel Calibam

10474221_765352910212961_7093482502273246920_nDaniel Calibam é ator e publicitário. Formado pela Escola de Teatro da UFBA, ele atuou, junto à Pequena Sala, nos espetáculos “Miúda e o guarda-chuva” e “Para o menino-bolha”. Participou também das versões cinematográficas de Miúda.

Yoshi Aguiar

10710859_10205795440786636_4113694566897553706_n

Yoshi Aguiar é ator e cenógrafo, formado pela Escola de Teatro da UFBA. Foi integrante do grupo Finos trapos e juntos à Pequena Sala, atuou e colaborou como cenógrafo nos espetáculo “Miúda e o guarda-chuva” e “Para o menino-bolha”.

Victor Cayres

45071_148898425129207_6674600_nVictor Cayres é formado em interpretação teatral pela UFBA e, com a Pequena Sala, é co-autor de “Miúda e o guarda-chuva”, em todas as suas versões.

Paula Lice

Foto: Mayra Lins

Equilibrista de plantão. Não sabe nadar, não come papel e não trabalha com altura. Está no contrato. Quando iniciou sua carreira artística comeu uma letra de seu nome e virou Paula Lice. A ideia era ser só atriz, mas veio a vida e disse não ia dar não. Assim, vivenciou experiências-limite no Grupo Dimenti, que transitaram entre Machado de Assis, boias infláveis, piscina de bolinhas, contos de fadas e experimentos com urina. Foi lá que deu início à promiscuidade artística como filosofia de vida, teatrando, dançando, escrevendo e dando uma pinta em um cinema perto de você. Como a vida continuava insistindo na arte como desafio à sobrevivência, juntou-se a um conjunto de amigos e encharcou-se na filosofia não-conotável-só-que-não do Núcleo VAGAPARA.

Na “acadimia”, porque todo mundo precisa ter um plano A e B, emendou graduação, especialização e mestrado em Letras, lutando para fazer valer a afirmação machadiana clássica de unir as duas pontas da vida. Depois de muito chafurdar nos Estudos Culturais, fez as malas e assumiu as Cênicas, no curso de Doutorado, “pixquisando” a graça que são os ditames que os adultos propagam pelo mundo no que concerne à produção artística voltada para as crianças. Estabilidade também pode ser barril, ela sabe. Considera, então, abandonar o plano-concurso-público para ser Transformista, superando o bullying pela sua condição de mulher, em busca do sucesso nas noites soteropolitanas.

Como três é um número mágico, sua terceira experiência de grupos abraça o plural e a colaboração artística frequente e pontual como meta, através da Pequena Sala de Ideias e seus insdipensáveis parceiros. Já foi contadora de histórias, animadora de festas, Papai Noel e fez muito telegrama falado. Dá seguimento à vida, com muitos projetos-sonhos, acreditando inabalavelmente no bem que o trabalho artístico faz e na colaboração criativa entre pessoas que gostam de estar juntas, compartilhando afinidades e afeto. Se nascesse de novo, gostaria de ser cantora-com-voz-de-passarinho, morando em um musical dos anos trinta, toda em technicolor, obcecada por vestidos de bolinha e achando uma graça danada de gente que fala de si na terceira pessoa.

Saravá!

Principais trabalhos

Como atriz/performer
Como dramaturga/escritora/roteirista
Como diretora
Como produtora/coordenadora
Outros
  • Sem você a vida é uma aventura (curta-metragem). Direção: Alice Drummond. 2015.
  • Menino da Gamboa (curta-metragem). Direção: Pedro Perazzo e Rodrigo Luna. 2014.
  • Parece Bolero (teatro). Projeto O piano, o bolero e a galinha. Direção: René Guerra. Instituto Feminino. 2013.
  • Pinta (longa-metragem de ficção). Direção: Jorge Alencar. 2013.
  • Jessy e Jéssica Cristopherry (documentário em curta e média-metragem). Buh!Fu Filmes/Movioca/Pequena Sala de Ideias. 2013.
  • Pogobol (performance). Grupo Dimenti. Direção/Colaboração: Gustavo Bitencourt/Saulo Moreira. Teatro Goethe. 2012.
  • Tome Isto ao coração (teatro). Grupo Dimenti. Direção: Alex Cassal. Teatro Goethe. 2012.
  • Isto não é uma mala: versão-jantar (performance). Núcleo VAGAPARA/Pequena Sala de Ideias. Baluarte Casa de Arte. 2012.
  • Isto não é uma mala: versão-visita (performance) . Literatura em cena: Conexão SP/BA. Núcleo VAGAPARA. Pequena Sala de Ideias. Teatro Solar Boa Vista de Brotas. 2012.
  • Isto não é uma mala: versão-picnic (performance). Núcleo VAGAPARA. Pequena Sala de Ideias. De Solos e Coletivos. Teatro do Movimento (área externa). 2012.
  • Isto não é uma mala (teatro). Fragmentos de um só/ Núcleo Vagapara. Direção: Marcelo Sousa Brito. 2010.
  • Cellphone (curta experimental). 2010.
  • Paixão Nacional (videodança). Núcleo Vagapara. 2010.
  • Cookie (dança). Direção: Núcleo Vagapara. 2008.
  • Batata (teatro). Direção: Jorge Alencar. Dimenti. 2008.
  • O Poste, a mulher e o bambu (dança). Direção: Jorge Alencar. Dimenti. 2007.
  • Sensações Contrárias (videodança). Dimenti. 2007.
  • Nesta data querida (teatro). Texto: Guilherme Lessa. Direção: Márcio Nonato. 2007.
  • Canteiros de Rosa (teatro). Texto: Gordo Neto. Direção: Jacyan Castilho. 2006.
  • Chuá (dança para crianças). Texto e direção: Jorge Alencar. Grupo Dimenti. 2004.
  • • Quem é Igual a Quem (teatro).Texto: Cláudio Simões. Direção: Teresa Costalima. 2002.
  • Poolball (teatro). Texto e direção: Jorge Alencar. Grupo Dimenti. 2002.
  • A Novela do Murro (teatro). Texto e direção: Jorge Alencar. Grupo Dimenti. 2001.
  • Os Cinco Fugitivos do Juízo Final (teatro). Texto: Dias Gomes. Direção: Osvaldo Rosa. 2000.
  • Deus (teatro). Texto: Woody Allen. Direção: Fernando Guerreiro. Cia de Teatro da Acbeu. 2000.
  • Supplício de uma Mulher (teatro). Texto: Cláudio Simões. Direção: Celso Júnior. 1999.
  • Over Duplo (teatro). Texto: Elísio Lopes Júnior. Direção: Elisa Mendes. Cia deTeatro da Acbeu. 1999.
  • Chá de Cogumelo – Um Conto de Fadas (teatro). Texto e direção: Jorge Alencar. Grupo Dimenti. 1999.
  • Amor Cruzado (teatro). Texto Elísio L. Jr. Direção: Fernando Guerreiro. Cia de Teatro da Acbeu. 1998.
  • O Alienista (teatro). Texto e Direção: Jorge Alencar. Grupo Dimenti. 1998.
  • Priscilla e o tempo das coisas. Nariz de Cogumelo + Pequena Sala de Ideias. 2016.
  • A Gilafa (livro infanto-juvenil). Pequena Sala de Ideias. 2014.
  • Para o menino-bolha (teatro para crianças). Pequena Sala de Ideias. 2014.
  • Masturbatório (dança). Solo de William Gomes. Pequena Sala de Ideias/ Núcleo VAGAPARA. 2014.
  • Miúda e o guarda-chuva (longa-metragem de animação). Argumento e Roteiro. Estreia prevista para 2015.
  • Quarto Azul (dança para crianças). Núcleo VAGAPARA/Pequena Sala de Ideias. Parque Solar Boa vista de Brotas. 2013.
  • Pinta (longa-metragem de ficção/texto incidental). Direção: Jorge Alencar. 2013.
  • Jessy e Jéssica Cristopherry (documentário em curta e média-metragem). Buh!Fu Filmes/Movioca/Pequena Sala de Ideias. 2013.
  • Isto não é uma mala: versão-livro (e-book). Núcleo VAGAPARA/Pequena Sala de Ideias. Baluarte Casa de Arte. 2012.
  • Miúda e o guarda-chuva (roteiro de TV). Episódio-piloto de série de animação. 2010.
  • Miúda e o guarda-chuva (teatro para crianças). Peça teatral. 2009.
  • Batata (teatro/textos incidentais). Direção: Jorge Alencar. Dimenti. 2008.
  • O Poste, a mulher e o bambu (dança/texto incidental). Direção: Jorge Alencar. Dimenti. 2007.
  • Chuá (dança para crianças/textos incidentais). Direção: Jorge Alencar. Dimenti. 2004.
  • Priscilla e o tempo das coisas. Texto: Paula Lice. Nariz de Cogumelo. 2016.
  • Floresta debaixo do mar (adulto). Texto: Cristina Kiriazydi. LH Produções. Marinaio Teatro. 2015.
  • O mundo de dentro (teatro para crianças). Texto: Luciana Comin. Baú Produções. 2015.
  • Para o menino-bolha (teatro para crianças). Pequena Sala de Ideias. 2014.
  • Masturbatório (dança). Solo de William Gomes. Pequena Sala de Ideias/ Núcleo VAGAPARA. 2014.
  • Miúda e o guarda-chuva (longa-metragem de animação). Co-direção. Estreia prevista para 2015.
  • Jessy e Jéssica Cristopherry (documentário em curta e média-metragem). Buh!Fu Filmes/Movioca/Pequena Sala de Ideias. 2013.
  • Pogobol (solo/performance). Co-direção. Dimenti. Teatro ICBA/ Aliança Francesa. Virada Multicultural do Recife. 2012.
  • Isto não é uma mala (solo/performance). Co-direção. Fragmentos de um só. Casa Preta. Núcleo VAGAPARA. 2010.
  • As Borboletas (dança). Núcleo VAGAPARA. Dança. 2011.
  • Miúda e o guarda-chuva (teatro para crianças). Teatro para crianças. 2009.
  • Projeto TRIPA – Trilogia do patrocínio. Coordenação: Rafael Rebouças. Produção: Pequena Sala de Ideias. 2015.
  • Projeto Caminho. Foto-livro de Mariana David. 2015.
  • Inspiratório – espaço colaborativo. Coordenação: Fabiana Pimentel + Pequena Sala de Ideias. 2015.
  • Projeto ACASAS. Plataforma Acasas (coordenação) + Pequena Sala de Ideias (produção). 2015.
  • Para o menino-bolha (teatro para crianças). Pequena Sala de Ideias. 2014.
  • Eduardo Luedy + RE TRATE, de Lia Lordelo, shows no Teatro Gamboa Nova (produção de temporada). Pequena Sala de Ideias. 2014.
  • Circulação de Luxo d’O Estábulo de Luxo, de Curitiba (produção local). Pequena Sala de Ideias. 2014.
  • Parece Bolero (solo/teatro). Projeto Um piano, o bolero e a galinha. instituto Feminino – 2013/ FIAC Bahia – 2014.
  • Quarto Azul (dança para crianças). Núcleo VAGAPARA/Pequena Sala de Ideias. Parque Solar Boa vista de Brotas. 2013.
  • Brechó de Videoblog (oficinas de cinema e literatura). Pequena Sala de Ideias. 2013.
  • Jessy e Jéssica Cristopherry (documentário em curta e média-metragem). Buh!Fu Filmes/Movioca/Pequena Sala de Ideias. 2013.
  • Pogobol (solo/performance). Dimenti. Teatro ICBA/ Aliança Francesa. Virada Multicultural do Recife. 2012.
  • As Borboletas: Circulação pelos CAPS (dança). Núcleo VAGAPARA/Pequena Sala de Ideias. Salvador e Região Metropolitana. 2012 (Funceb)/2013 (BNB/BNDES).
  • Miúda e o guarda-chuva (teatro para crianças). Teatro Sesc-Senac Pelourinho/FIAC-BA. 2010.
  • Isto não é uma mala (solo/performance). Fragmentos de um só. Casa Preta. Núcleo VAGAPARA. 2010.
  • Projeto Leitura é cultura (formação de leitores). Oliveira dos Campinhos. 2009.
  • Curadoria VIII Festival For Rainbow
  • Júri VII Curta Taquary
  • Preparação de Elenco. Curta “Menino da Gamboa”. Direção: Pedro Perazzo e Rodrigo Luna. 2014.

Clipping

Atriz

Atriz – Roteirista – Diretora

Roteirista

Fotos

Vídeos

As borboletas (documentário)
As borboletas (documentário)

As borboletas (documentário)

Documentário da Circulação pelos CAPS – ano II, do espetáculo AS BORBOLETAS, realizada pela Pequena Sala de Ideias e pelo Núcleo VAGAPARA.

Portfólio (Atriz)
Portfólio (Atriz)

Portfólio (Atriz)

Alguns trabalhos em teatro e cinema.

Quarto Azul
Quarto Azul

Quarto Azul

QUARTO AZUL é um acontecimento ao ar livre, cheio de preguiça e aquele soninho de sombra de árvore. É dança-experiência para criança e para adulto. O que se espera é presença afetiva e abertura às sensações. Pode deitar, pode sentar, pode levantar, pode ver de baixo, do lado, em cima, pode comer fruta e beber água. É um quarto aberto. É um quintal que guarda sonho e brincadeira. É um convite ao delírio: um encontro com pessoas e árvores, música e movimento.
FICHA TÉCNICA:
Direção/Concepção: Márcio Nonato
Dramaturgia/Produção: Paula Lice
Performers: Adelena Rios, Jorge Oliveira, Lucas Valentim e Olga Lamas
Músicos Performers: Ana Luisa Barral, Camilo Fróes e João Meirelles
Direção Musical: João Meirelles e MIKU (AD/Dexter)
Trilha Sonora: João Meirelles e Ana Luisa Barral
Realização: Núcleo VAGAPARA/Pequena Sala de Ideias

Parece Bolero
Parece Bolero

Parece Bolero

Parece Bolero é uma cena-jantar que se formata como uma aula de bolero que nunca chega a acontecer. O jogo de cena alterna, no salão, aula, jantar e show. Ponche e petiscos, tópicos de conversação, estímulo ao convívio e ao delírio. Para enxergar Gracinha é preciso cobrir os pontos das muitas histórias que ela deixa em aberto. Um retrato da década de 1950 revelado ontem. Gracinha é mulher. Puro drama e melodrama. Aprendeu com as novelas. Um estudo de gênero para Iara e Gilberto.
FICHA TÉCNICA
Direção: René Guerra
Dramaturgia: Paula Lice, René Guerra e Camilo Fróes
Iluminação: Márcio Nonato
Trilha Sonora/Músico Convidado: Camilo Fróes

Visita

Para contatos, projetos e cafés.
Email:

paulalice
@pequenasaladeideias.com
Skype: paula_lice/skype
Twitter: @paulalices
(Salvador/BA)