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Postado em 10 de março de 2012

Há horas: cara de parede.

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Reta

Postado em 10 de março de 2012

Começar e terminar, difícil e longe do meio.

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Pull back

Postado em 10 de março de 2012

Concentração distraída. Tentou, tentou, tentou e só acertou quando passou o vento.

É. Há que pôr o chão nos pés

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Spektor

Postado em 6 de março de 2012

É música de conduzir narrativa.

(foco foca foco foca)

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Girassóis

Postado em 16 de fevereiro de 2012

A lógica das flores é: co-mi-da.

(packing)

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Desunhas

Postado em 31 de janeiro de 2012

É como tentar condensar muitos sapos aflitos dentro de um fifó.

(no timing)

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Canção

Postado em 15 de janeiro de 2012

Dentro do carro, sobre o trevo, a cem por hora, ó meu amor.

(paralelas, over and over again)

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Rubem Fonseca

Postado em 8 de dezembro de 2011

O escritor do coração lança dois livros novos. Escreve mais rápido do que eu consigo ler. Acumulo volumes antigos, comprados e não lidos. Vou acompanhando os lançamentos. Ainda estou me adaptando ao telhado da casa. A tudo que vem com ele. É vento de cima, muita luz de manhã e farelos da noite na coberta. De repente, o olho começa a piscar. Tempo. Mas hoje, é só ele na vitrola aqui dentro.

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Piedade

Postado em 15 de novembro de 2011

Verifica-se pressão arterial. A moça vestia jaleco e usava uma sandália alta, salto Anabela. Cumprimentou um homem que lhe mostrava um cartaz com uma impressão de uma nossasenhora. Verifica-se glicemia. Ao lado, um senhor empunhava uma lata de cerveja e dançava ao som do carro de cafezinho. Enquanto isso, uma moça de blusa laranja começa a dançar, menciona atravessar a rua, esquece, balança o corpo, corre, abraça um senhor e segue, braços dados com ele. Eu, encostada no poste, esperando a carona, me divirto ao som da praça.

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A sala é de estar

Postado em 4 de novembro de 2011

Na época se usava muito conjunto de duas peças. O meu, nesse dia, era cor de rosa. Tinha um dizer em inglês do qual jamais me lembrarei. Mas era azul. Na foto, meus cabelos voam e meu sorriso conta o exato momento em que meu pai tirou as rodinhas dela. Na minha memória, mas não posso afirmar se foi assim de fato, ele segurou no banco, eu disse não solta, ele andou comigo um pouquinho e, depois disso, eu nunca mais parei de andar de bicicleta sem rodinha.

A porta está aberta!

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