Sem título

Postado em 28 de julho de 2016

Um futuro saliente, uma baleia de plástico no chão, dedo no teclado, até onde a vista alcança, a busca por uma imagem que dê conta de respirar suave no focinho do cachorro, não há moscas para espantar, mas há tanta violência, daquela miúda, que adia, e espanto, muito espanto, e isso não é nada, nonada, só a concentração pedindo passagem, rajada de foco, congo blue, o verbo sagrado de hoje foi a-v-a-n-c-e, mas não se mate, Carlos, não se mate.

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